Sessão de Fotos para o Comercial.

•Outubro 8, 2009 • Deixe um comentário

Veja nossa sessão de fotos que fizemos para  o vt que irá ao ar em breve:

DSC_8615

DSC_8670

DSC_8706

DSC_8709

DSC_8760

DSC_8821

Figurino!!!!

•Setembro 28, 2009 • Deixe um comentário

Veja o figurino parcial de nossas personagens:

debora

hugo

natalia

evaldo2

raysa

Mais fotos!!!

•Setembro 22, 2009 • Deixe um comentário

Algumas imagens dos ensaios da nossa companhia.

DSC06564

DSC06567

DSC06601

DSC06614

DSC06667

Quasimodo

•Setembro 22, 2009 • Deixe um comentário

Elenco:

Quasimodo

Esmeralda

Frollo

Clopin

Capitão phebuos

Madre

Bode

Cigana mãe

Cigana 1, Cigana 2, Cigana 3, Cigana 4, Cigana 5.

Ato I

Clopin – no dia 06 de janeiro de 1482, paris foi despertada pelo toque dos sinos.

Era uma comemoração anual conhecida como a festa dos loucos onde todos da cidade compareciam na praça principal em frente ao palácio da justiça para eleger o “papa dos loucos.

Sempre se apresentava uma atração com artistas de rua nesta festa e todos se divertiam muito, desde o rei até o morador mais humilde.

Numa dessas festas, um jovem magistrado se encantou com uma dançarina cigana e terminou por se apaixonar por ela e ela por ele, e dessa paixão proibida nasceu um casal de gêmeos, e aqui começa a nossa história.

DSC06620

A Historia do Corcunda de Notre Dame

•Abril 2, 2009 • Deixe um comentário

O Corcunda de Notre Dame é um filme de animação de longa-metragem, considerado um clássico, produzido pelos estúdios Disney em 1996, e baseado no livro Notre-Dame de Paris, de Victor Hugo.

o-corcunda-de-notre-dame

O filme é contado pelo artista cigano Clopin. Tudo começa em Paris, em 1482, quando quatro ciganos são barrados ao tentar entrar na catedral de Notre Dame pelo juiz Claude Frollo, que nutre um ódio por esse povo. Ao matar acidentalmente uma cigana carregando um pacote, Frollo o pega, e vê que é um menino deformado, e tenta afogá-lo, mas é impedido pelo arquidiácono. Este ordena que Frollo cuide dele para salvar sua alma. Frollo concorda, e batiza o menino de Quasímodo (meio-formado).

corcunda_notre_dame_01


Vinte anos depois, Quasímodo é um homem feio e corcunda, que vive trancado no porão da catedral tocando os sinos, com a companhia apenas de três gárgulas – Victor, Hugo (referências ao autor), e Laverne (referência a cantora LaVerne do grupo Andrews Sisters). Instigado por eles, Quasímodo aventura-se a sair da catedral para participar do “Festival dos Tolos”, a maior festa do ano realizada nas ruas de Paris, apesar de Frollo proibí-lo de sair. Quando a multidão volta-se contra o bondoso sineiro por causa de sua aparência, ele é defendido por Esmeralda, uma bela cigana. Ao ajudar Quasímodo, a moça desperta a ira de Frollo, que manda prendê-la.

esmeralda2

Ela se esconde na catedral e reencontra Quasímodo, que em forma de agradecimento, ajuda-a a escapar. Quando Frollo (que está obcecado pela cigana) descobre sua fuga, procura-a por toda a cidade e proclama que qualquer um que der abrigo a ela, será condenado à morte por traição. Quasímodo, então terá que travar duas batalhas: evitar a destruição da cidade que ama e, ao mesmo tempo, convencer todos a enxergarem quem são e o que são realmente as pessoas, e não apenas julgá-las pelas aparências.

Continua…

Catedral de Notre-Dame de Paris

•Novembro 2, 2008 • Deixe um comentário

Entrada principal na fachada a ocidente

A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.

A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.

tem mais…

Novo Projeto!!!!

•Outubro 29, 2008 • Deixe um comentário

Aguardem!!!!

Mais uma…

•Outubro 29, 2008 • Deixe um comentário

Em 1º lugar, agradecemos a Deus por mais esta oportunidade ,aos nossos parceiros pela credibilidade e ao nosso público pela paciência e dizer também que valeu a pena, mais de três mil pessoas assistiram Cinderela no Teatro Ferreira Gullar. Estamos felizes e satisfeitos com o resultado e em breve estaremos com novo espetáculo. Aguardem.

Agora, deliciem-se com as fotos do espetáculo.


Mais uma Cena.

•Setembro 16, 2008 • Deixe um comentário

 

ATO II

O rei esta preocupado com a viagem do príncipe para um fronte de batalha com o exercito real.

REI FELIPE

Quando será que meu filho Arthur chegará? Tomara que não demore mais… estou deveras preocupado…

Dito isso o rei se a senta no trono real muito pensativo…

Neste instante adentra ao salão da coroa o príncipe Arthur…

ARTHUR

Salve vossa majestade!

REI FELIPE

Filho……………….!

Os dois se abraçam ternamente.

ARTHUR

Meu pai… p que estas triste?

REI FELIPE

Estava deveras preocupado com você por causa da guerra…

Mas graças a Deus Você chegou a salvo…

ARTHUR

Ganhamos a guerra meu pai… depois de muitos dias de batalha

REI FELIPE

Pois bem! Agora tenho um assunto um pouco delicado pra tratar com você meu filho…

ARTHUR

Sou todo ouvidos, meu pai!

REI FELIPE

Você é conhecedor das leis do nosso país, que deixa bem claro que o príncipe pra ser coroado rei tem que está casado. Já está na hora de coroar você como rei de PROVANÇA

ARTHUR

Sim meu pai eu sei disso…

REI FELIPE

Mas eu ficaria triste se você se casasse sem amor… eu casei com sua mãe a rainha Sofia, por amor… fomos muito felizes durante toda a nossa vida e desejo essa felicidade para você meu filho amado.

ARTHUR

Certo meu pai! podemos marcar um baile aqui no palácio onde receberemos todas as moças do reino, daí quem sabe encontro a minha princesa… que tal?

REI FELIPE

Achei uma idéia maravilhosa meu filho, mandarei os mensageiros reais proclamarem nos 4 cantos de Provança um edito real convidando todas as moças para o baile…

Enquanto isso…

 

Momentos do ensaio no palco do Teatro F. Gullar

Momentos do ensaio no palco do Teatro F. Gullar

Momentos do ensaio no palco do Teatro F. Gullar

 

Autores

•Setembro 16, 2008 • Deixe um comentário

Charles Perrault

No fim do século XVII, vive-se a decadência do racionalismo e uma conseqüente exaltação da fantasia, do inverossímil. Neste contexto, Perrault tem a intenção de recriar o maravilhoso popular. Cinderela é um dos oito contos da coletânea Contos da Mãe Gansa, desta seleção, seis narrativas pertencem ao universo dos contos de fadas.

O envolvimento de Perrault com a causa feminista traduz-se em sua temática, em que praticamente todas as suas obras estão relacionadas com adversidades vividas por personagens femininos.

Com a Revolução Francesa (1789), as fadas ficam novamente encantadas para o mundo adulto, sem deixar de habitar as histórias infantis.

Irmãos Grimm

Mais de um século depois, os Irmãos Jacob e Wilhelm Grimm revisitam o maravilhoso entitulando uma seleção de narrativas como Contos de Fadas para Crianças e Adultos (1812-22). Sob a influência do signo romântico, encontram este mundo mágico em suas pesquisas filológicas, onde a tradição oral preservara essa fantasia.

Em consonância com os ideais do Romantismo, dessa coletânea de contos onde se destaca Cinderela, foram retirados trechos que julgavam menos recomendáveis por sua violência.

Sophia

Moderna escritora portuguesa, Sophia afirma ter começado a escrever para crianças, por ocasião de doença de seus filhos. Ao recorrer a vários livros infantis nesta época, não agüentou a linguagem piegas e a sentimentalidade. Decidiu escrever e produzir uma obra preocupada em falar num tom mais próximo da criança sem infantilizá-la.

Desvela o simples e o complexo da existência humana com leveza e simplicidade. Sua participação política retrata-se em seu texto por sua temática de dimensão mais social. Em História da Gata Borralheira, enfatiza problemas de socialização adolescente e as relações de pobreza e interesse. Ainda nessa obra, a influência de seus conhecimentos da cultura grega clarificam-se pela preocupação de Lucia com a aparência, olhando-se no espelho, a semelhança de Narciso.

http://www.graudez.com.br/litinf/trabalhos/contosdefadas.htm

Continua…